
Foi a quando a série “Grand Theft Auto” (GTA) se desenvolveu para além das versões rudimentares lançadas a partir de 1997. “GTA III”, lançado em 2001, oferecia uma cidade 3D aberta à exploração do jogador, que era livre para seguir missões ou simplesmente fazer o que quiser: passear pelas ruas, andar sem destino, dirigir uma ambulância para salvar pessoas ou até matar inocentes (e depois fugir da polícia para não ser preso). Valia a liberdade e a responsabilidade do jogador sobre suas ações. Mas “GTA” acabou sendo mais conhecido mesmo pelos não-jogadores como “o jogo de matar velhinhas”. Depois vieram “GTA Vice City” (2002) e “GTA San Andreas” (2004), que traziam novos protagonistas e abordavam diferentes épocas (dos anos 80 aos 90). Em 2008 será lançado o aguardado “GTA IV”, com a assinatura da polêmica Rockstar Games. Em 2007 a empresa enfrentou resistência com “Manhunt 2”, que foi banido duas vezes no Reino Unido e, conseqüentemente, não teve boa recepção no mercado americano. O jogo traz um contexto diferente de sua primeira versão, de 2003, mas mantém o “diferencial” de executar inimigos usando objetos “não-convencionais” (de machados a seringas). O jogo foi revisto, teve cenas modificadas e chegou ao mercado norte-americano com classificação indicativa “para maiores de 17 anos”. Tanto barulho por quase nada: foi fracasso de crítica e de vendas. À margem dos jogos “mainstream” está “Postal”, que surgiu tímido em 1997, traumatizou pessoas com sua segunda versão (2003) e pretende marcar 2008. O jogo estréia no cinema (pelas lentes de Uwe Boll) e tem sua primeira versão “nova geração” nos games, com gráficos mais apurados e, provavelmente, o mesmo humor ácido/escatológico/anárquico das versões anteriores. A série conta a história do “Postal Dude”, o protagonista cansado da "burrice" da sociedade. No primeiro jogo ele lança coquetéis molotov contra passeatas na rua. No segundo ele tenta fugir de uma igreja católica dominada por terroristas. No terceiro jogo... é esperar para ver.

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